<
Contemporânea

Débora Bombílio

O que começa em janeiro precisa durar

Janeiro chega como quem abre as janelas da casa depois de uma longa viagem. O ar muda, a luz entra diferente e, junto com ela, nasce essa vontade quase coletiva de recomeçar.

Somos extraordinários em desejar mudanças quando o calendário vira, e isso diz muito sobre a nossa capacidade de sonhar. Prometemos ser mais disciplinados, mais presentes, mais gentis com o corpo e com o tempo. Prometemos escrever, caminhar, respirar melhor a própria vida.

Não é pouca coisa. Cada promessa carrega uma versão de nós que quer viver com mais sentido, mais verdade e menos pressa.

O desafio não está em desejar, mas em sustentar. Novos hábitos não se firmam em grandes gestos heroicos, e sim em pequenos compromissos diários, repetidos com carinho e constância.

Sustentar é escolher, mesmo nos dias comuns, honrar aquilo que decidimos quando estávamos cheios de esperança. É transformar promessa em prática, vontade em rotina, intenção em cuidado.

Que 2026 não seja apenas o ano das boas ideias, mas o ano em que aprendemos a permanecer fiéis ao que queremos viver, um dia de cada vez.

 

Bye Bye, Musk

A BYD ultrapassou a Tesla e tornou-se a maior vendedora de veículos elétricos do mundo em 2025. A chinesa vendeu 2,2 milhões de carros, uma alta de quase 28% no ano, enquanto a Tesla comercializou 1,6 milhão.

O resultado marca uma virada simbólica. Em 2011, Elon Musk chegou a rir da BYD em entrevista, dizendo que a empresa "não tinha um bom produto".

Já a Tesla enfrenta um momento mais instável: queda de 8% nas entregas anuais, forte concorrência chinesa e ruídos reputacionais. Vamos acompanhar como essa briga acirrada se comporta em 2026.

 

Fundação Cultural Badesc completa 20 anos e abre seleção para Selo Comemorativo

Em 2026, a Fundação Cultural Badesc celebra 20 anos de atividades dedicadas à promoção da arte, da cultura e da formação de públicos em Santa Catarina.

Para marcar essa data histórica, a instituição abriu uma Chamada Pública para selecionar o Selo Comemorativo que será utilizado em todas as peças de identidade visual ao longo do período festivo, entre março de 2026 e março de 2027.

Podem participar pessoas físicas maiores de 18 anos, residentes no Brasil. Cada participante poderá inscrever até duas propostas para o selo. As inscrições são gratuitas e vão até o dia 22 de fevereiro de 2026. O edital completo pode ser acessado no site fundacaoculturalbadesc.com.

O selo vencedor receberá premiação de R$ 1.500,00 e será apresentado oficialmente durante o evento comemorativo de 20 anos da instituição, em data a ser divulgada.


Sucesso catarinense

A marca catarinense Gellato, conhecida por seu licor de pistache, marcou presença no evento beneficente promovido por Ronaldo Fenômeno e Celina Locks, no Clube Monte Líbano, em São Paulo. O licor foi selecionado para o evento por seu posicionamento e qualidade, destacando-se entre marcas premium internacionais. Leonardo Ventura é um dos nomes à frente da marca. 

Destaque catarinense em NY

A farmacêutica esteta Luísa Caser colocou Santa Catarina no mapa da ciência estética global. Única profissional do estado a ter um trabalho selecionado para o renomado Greater New York Dental Meeting (GNYDM), o maior congresso do setor na América do Norte, Luísa apresentou em Nova York seu protocolo autoral de rejuvenescimento facial.

O método, que é fruto de três anos de pesquisa e já foi testado em mais de 500 pacientes, chamou a atenção dos especialistas internacionais pelo rigor técnico e pelos resultados de extrema naturalidade. Com formação pela UFSC, Luísa reafirma que a estética de alto padrão caminha lado a lado com a ciência.


Ciência Capilar em Pauta

A dermatologista Débora Cadore participou do 2nd Hair Science Brazil Meeting, em Belo Horizonte. No maior encontro de ciência capilar do país, ela compartilhou sua expertise sobre medicina regenerativa e o uso de nanofat para o tratamento de alopecias, dividindo o palco com grandes nomes da tricologia nacional. Para quem busca o que há de mais moderno, a médica trouxe as novidades com tecnologias inéditas em tratamentos avançados para o couro cabeludo e sobrancelhas. No destaque, Débora Cadore entre os médicos Otavio Boaventura e Paulo Muller.


Aquele registro que é pura luz!

As médicas e amigas Maitê Vassen Schurmann e Simone Teixeira Ramos, com um rótulo que diz muito sobre elas... “Singular”... Únicas! Para registro aos leitores: o vinho Lidio Carraro Singular Teroldego é um tinto brasileiro premiado, feito 100% da uva italiana Teroldego, cultivada em Encruzilhada do Sul, município gaúcho. Bela escolha!


“Não fique intimidado pelo que não sabe, essa pode ser sua maior vantagem”.

Sara Blakely


Livro “O que é isso que chamamos arte” amplia acesso à cultura e impacta leitores da Serra Catarinense

O livro “O que é isso que chamamos arte”, da autora catarinense Anna Zechini, vem se consolidando como uma importante ferramenta de educação cultural e sensibilização artística para adolescentes e jovens da Serra Catarinense.

A obra foi lançada oficialmente em Lages, no Parque Jonas Ramos, o nosso querido Tanque, num evento que reuniu arte, literatura e música.

O lançamento ocorreu em conjunto com o projeto Lê Catarina, que contribuiu para tornar a tarde ainda mais agradável, com música ao vivo e expressões artísticas locais, reforçando a proposta do livro: aproximar as pessoas da arte como uma experiência viva, acessível e transformadora.

Voltado especialmente ao público jovem, o livro propõe uma reflexão simples e profunda sobre o que é arte e como ela se manifesta no cotidiano, estimulando o pensamento crítico, a criatividade e a percepção de mundo.

Com linguagem acessível, a obra convida o leitor a compreender a arte para além de técnicas ou padrões estéticos, valorizando a expressão, a identidade e as emoções humanas.

O projeto ganhou ainda mais força ao ser premiado pelo Edital Elisabete Anderle 2024, um dos principais incentivos culturais de Santa Catarina.

A partir desse reconhecimento, foi possível ampliar o alcance da iniciativa e promover a distribuição gratuita de mais de 150 exemplares do livro.

As obras já foram entregues a escolas públicas da Serra Catarinense, além de instituições sociais, como o Hospital Seara do Bem, levando arte, acolhimento e reflexão a diferentes contextos educacionais e humanos.

A ideia do livro nasceu a partir da experiência da autora em palestras realizadas em diversas escolas da região, onde dialogou diretamente com alunos da rede pública sobre o papel da arte na vida, na sociedade e na construção da identidade.

“A escuta desses jovens revelou a necessidade de um material acessível, capaz de continuar esse diálogo para além da sala de aula, e assim surgiu o livro”, destaca Anna.

Mais do que uma publicação, “O que é isso que chamamos arte” se firma como um projeto cultural com impacto social, que democratiza o acesso à arte, fortalece vínculos e amplia horizontes para crianças e adolescentes, reafirmando a cultura como ferramenta de transformação.


Débora Bombílio Anterior

Débora Bombílio

Débora Bombílio Próximo

Débora Bombílio

Deixe seu comentário