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A emancipação político-administrativa de Urubici ocorreu oficialmente em 6 de dezembro de 1956, por meio da Lei nº 274, desmembrando-se do município de São Joaquim.
A instalação oficial do novo município aconteceu em 3 de fevereiro de 1957, data que é celebrada como o aniversário da cidade. Neste ano, a administração municipal preparou uma programação festiva na Praça do CAT (Centro de Atendimento ao Turista).
Da mesma forma, a Comissão Central Organizadora (CCO) da XVI Festa Nacional das Hortaliças (Fenahort) realizou, segunda-feira (26), a reunião que definiu a realeza da edição 2026 do evento, que será realizado de 19 a 22 de março, em Urubici.
Letícia Bonin Schimtz, 23 anos foi escolhida rainha; Eduarda Lorenzetti Prá, 22 anos é a Princesa do Agro e a Princesa do Turismo é Fernanda Gabryella de Souza, 20 anos.
Após um período de sete anos sem realização, a Festa Nacional das Hortaliças está de volta ao calendário oficial do município. A última edição ocorreu antes da pandemia da Covid-19, que impossibilitou a realização do evento a partir de 2020.
Tradicionalmente realizada no Parque de Exposições Manoel Prá, a Fenahort tem como objetivo valorizar a produção de hortaliças do município, fortalecer a economia local e promover a integração entre moradores e visitantes.
A Prefeitura de Urubici e a Comissão Central Organizadora agradecem a participação de todas as candidatas e parabenizam as escolhidas, que terão a missão de representar o município e fortalecer a tradição, a cultura e a identidade da Festa Nacional das Hortaliças.
Conheça a realeza da XVI Fenahort
A rainha Letícia Bonin Schimtz é engenheira agrônoma, filha de agricultores e pecuaristas e possui forte ligação com o agronegócio, especialmente com a pecuária leiteira.
Apaixonada pelo campo e pelas tradições da Serra Catarinense, Letícia destaca que representar a Fenahort vai muito além de conquistar um título.
“O campo é a minha origem, onde aprendi valores que carrego até hoje. Fazer parte da Realeza da Fenahort é a oportunidade de representar minhas raízes, dar visibilidade à mulher do campo e levar com orgulho a história e a cultura da nossa terra.”

Letícia Bonin Schimtz
A Princesa do Agro, Eduarda Lorenzetti Prá, é estudante de Educação Física e tem forte ligação com a natureza, com os esportes e com o meio rural. Desde a infância, acompanhou a Fenahort com a família.
“Sempre acompanhei a festa com meus pais e, como toda menina, sonhava em fazer parte da corte. Hoje, integrar a realeza é uma forma de honrar minha família ligada à agricultura, representar Urubici e valorizar nossas raízes.”

Eduarda Lorenzetti Prá
Já a Princesa do Turismo, Fernanda Gabryella de Souza, é estudante de Enfermagem. Criada no sítio com os avós, desenvolveu amor pelos animais, pelos cavalos e pelas tradições do interior.
“Desde criança acompanho a Fenahort e sempre tive o sonho de fazer parte da realeza. Cresci admirando o papel que elas representavam para a festa e para o município, e hoje me sinto honrada em integrar a realeza.”
Fernanda Gabryella de Souza

Fernanda Gabryella de Souza
Programação de aniversário (3/1)
13h - Início das Festividades
13h às 21h - 6ª Feira da Cidade
13h às 21h - Brinquedos Infláveis
16h - Atração Musical - Vanguarda
17h - Coral Municipal
17h30 - Solenidades e Coroação Realeza da XVI Fenahort
18h - Atração Musical - Felipe e Banda
19h30 - Atração Musical - Maka e Capelo
Local: Evento será na Praça do CAT (Centro de Atendimento ao Turista), no dia 03 de fevereiro. Terá um bolo de 69kg para distribuição, o corte do bolo será logo após as solenidades e coroação.
História
Por marcar a história de várias civilizações, Urubici exibe, até hoje, a passagem de seus primeiros habitantes. São sinais registrados em pedras há pelo menos 40 séculos, comparável às inscrições encontradas em alguns outros pontos do litoral catarinense.
Segundo historiadores, o ano de 1711 é data base para Urubici, quando Dom João V ordena que os jesuítas procurem minas e catequizem índios até o rio Caçadores.
Com essa missão, os padres José Mascarenhas e Luís de Albuquerque traçam marcos na região - marcos do Maranhão até Laguna, a considerada "região do ouro".
O primeiro marco foi colocado no Morro Pelado (comando indígena), o segundo no Morro da Mala (onde moravam os padres) e o terceiro no Morro do Panelão (onde ficavam as tropas que carregariam o ouro).
Conta-se que grande porção do ouro foi enterrada nas rochas pelos jesuítas. Os índios, na maioria tupi-guarani, foram catequizados em grupos e já eram remanescentes de outras regiões.
Conta-se que existem mapas em originais e cópias, nunca vistos. Urubici registrava um pinheiral espantoso, um "mar de pinheiros", e em outras regiões, não em todas, alguns banhados, com sumidouros de animais e pessoas não orientadas.
Alguns índios já conheciam missionários e orientavam jesuítas pelas andanças Padre Luís relata que, ao fincar uma grande cruz no dia 1 março, ela mergulhou no pântano, mais de um metro, sem nenhuma força .
Em cada marco foi plantada uma cruz jesuítica, com ramos amarrados na altura de Cristo. Nos anais do livro 12 Jesuítas no Estado de Santa Catarina (Biblioteca dos Jesuítas do Rio de Janeiro), além desse relatório, existe o seguinte:
“Os jesuítas (que na opinião de muitos eram homens comuns com vestes de padres) levavam pessoas em cargueiros para acamparem e ficarem acampadas nas regiões por onde andavam. No planalto, acamparam doze homens com cavalos, fora os dois padres que comandavam a pesquisa. Balaios cheios de artefatos indígenas eram levados continuamente de volta à missão no Morro do Pelado de onde eram levados para o Rio. Com eles, ia um bugreiro, Samuel Kupll, que preparava o chão da missão e fazia o marco; Manuel Sampaio que era cuidador de tropas; os guapos que a cavalo iam pela região, com Liro Santo, Caetano Matoso e outros.”
O município era habitado por índios xoclengues quando os primeiros colonizadores de origem europeia, vindos de Tubarão, São Joaquim e Bom Jesus, chegaram na região.
Os novos habitantes logo expulsaram os índios, cujos vestígios ainda podem ser encontrados as e inscrições rupestres espalhadas por todo o território. De 1903 a 1911, imigrantes agricultores e madeireiros fixam-se na região.
Em 1924, sabendo da fertilidade no solo do vale do rio Canoas, chegaram, à região, imigrantes italianos, alemães e letões, que tornaram, a agricultura e pecuária, as principais atividades econômicas da região.
Fonte: Wikipédia

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